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05/12/2017

Prefeitura, Procon e CEEE discutem com usuários compartilhamento de postes

Atendendo a uma solicitação da prefeitura de Porto Alegre e do Procon para melhorar a segurança e o urbanismo nos postes de energia, a CEEE participou de reunião conjunta desses órgãos com representantes das empresas que utilizam as estruturas da Companhia para passar seu cabeamento. O encontro aconteceu nessa segunda-feira, 04, no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo (CCCEV) e contou com a participação de pelo menos 40 profissionais que representaram empresas da área de telecomunicações, TV a Cabo e provedores de internet, além de entidades ligadas ao setor e à segurança pública.  A reunião tratou do uso compartilhado dos postes e teve o objetivo de iniciar o debate sobre as melhores formas de disciplinar e padronizar os cuidados com os cabos instalados nessas estruturas, garantindo que cada empresa seja responsável pelo material de sua propriedade.

Segundo o diretor de Distribuição da CEEE, Júlio Hofer, a Companhia foi chamada pelo Procon a providenciar a retirada dos cabos de telefonia em desuso ou que indicassem riscos. “É muito importante o interesse do município neste assunto, pois abre espaço para debatermos as melhores formas de organizarmos nossas estruturas e compartilharmos também a responsabilidade dos equipamentos instalados nos nossos postes, atualizando o cadastro e revertendo essas medidas em benefícios aos clientes e a toda a população”, avaliou. Para a diretora-executiva do Procon Porto Alegre, Sophia Martini Vial, a parceria com a CEEE é fundamental, pois a Empresa tem a base de dados de quem usa as estruturas e tem a possibilidade de cobrar as responsabilidades. “Quando acontecem temporais, a população fica insegura e sem saber identificar se os fios soltos são de energia ou não e qual o grau de risco oferecem. Nossa intenção é dar mais segurança às pessoas e evitar que ocorram acidentes”, alertou.

Um dos representantes das empresas que compartilham os postes da CEEE, Alexandre Silva, da G2NetSul, salientou que a retirada de cabos não utilizados e maior rigor na fiscalização das empresas clandestinas ajudaria bastante na solução do problema. “O maior prejuízo estético e urbanístico está nos chamados ‘cabos mortos’, que são aqueles que já não estão mais em operação e, além de ocupar espaço, ainda se confundem com os que estão em uso e dificultam as manutenções necessárias ou a recuperação do nosso cabeamento quando é preciso”, sentenciou.

O Procon fez um estudo de uma região específica de Porto Alegre para que seja aplicado uma espécie de projeto-piloto para adequar o compartilhamento aos padrões. Após este primeiro encontro, as empresas usuárias dos postes da CEEE foram convidadas a contribuir com sugestões para equacionar a situação. A ideias serão compiladas e analisadas na próxima reunião, marcada para o dia 19 deste mês, novamente no CCCEV.

Fonte: Andreia Fantinel (texto e foto)

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